"Um bom pré natal e um bom curso de preparação para o parto e a maternidade, ajudam muito a vencer os problemas psicológicos. Finalmente chega a hora do parto e do pós-parto, mãe e pai devem estar preparados para o que vai acontecer..."
 

 

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Assim que o óvulo é fecundado, o organismo da mulher começa a produzir um hormônio que só existe durante a gestação. Esse hormônio provoca uma série de modificações no metabolismo feminino, com o objetivo de criar as melhores condições possíveis para o desenvolvimento do feto.

Essas modificações fazem com que a mulher sinta mais sono e mais necessidade de dormir, fazem os seios aumentarem de tamanho, obrigam a mulher a urinar com mais freqüência e provocam alterações de apetite. Em algumas mulheres também provocam enjôos e desejos de comer coisas estranhas.

No primeiro trimestre da gravidez, o humor da mulher muda com freqüência, pode haver períodos de depressão e choro, alternados com períodos de grande alegria e bem-estar.

O segundo trimestre é mais estável do ponto de vista emocional, e o que acontece de mais importante para a mulher é sentir que o filho começa a movimentar-se.

Esses movimentos, quando percebidos pelo companheiro, costumam provocar muita emoção no homem e sua maior participação na gravidez. No terceiro trimestre aumenta a ansiedade da mulher, principalmente se ela não estiver bem preparada.

Essa ansiedade pode chegar a níveis muito altos quando a data prevista para o parto é ultrapassada. Curiosamente, a mulher vive uma contradição: quer ter o filho, mas também quer prolongar a gravidez, porque vive uma série de temores sobre a sua capacidade de cuidar da criança. Os sonhos são freqüentes e a maioria são angustiantes.

Um bom pré natal e um bom curso de preparação para o parto e a maternidade, ajudam muito a vencer os problemas psicológicos. Finalmente chega a hora do parto e do pós-parto, mãe e pai devem estar preparados para o que vai acontecer.

As mudanças na gravidez ocorrem mais lentamente e dão tempo para que as pessoas se ajustem. Entretanto os momentos do parto e do pós-parto são rápidos, carregadas de emoções intensas e variadas que mexem muito com as pessoas. O pai deve participar do parto, para ter uma relação melhor com o filho, para ajudar a mulher, e envolver-se mais no processo do nascimento. Sua solidariedade e participação serão muito úteis no pós-parto e para determinar a atitude da mãe após a crise do parto.


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Consultora: Denise M. L. Guimarães, psicóloga.

 
   































 

 

 

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